segunda-feira, 30 de abril de 2012

A nossa Escola apoia a Campanha "Papel por Alimentos"

Os Bancos Alimentares iniciaram uma campanha “Papel por Alimentos” com contornos ambientais e de solidariedade no âmbito da qual o papel angariado (jornais, revistas, folhetos, etc.) é convertido em produtos alimentares.
A Campanha “Papel por Alimentos” integra-se num ideal mais vasto de sensibilização para a importância do papel de cada pessoa na sociedade e para a possibilidade de recuperar e reutilizar coisas que parecem não ter valor.
 
O seu papel é essencial na luta contra a fome!
A Escola juntou-se a esta iniciativa do Banco Alimentar, procedendo à recolha de papel nas suas instalações (no corredor junto à Cantina). Venha ajudar-nos!







No âmbito da presente campanha, pode ser entregue todo o tipo de papel: 
- jornais/revistas
- fotocopias
- rascunhos
- impressos (publicidade)
- envelopes
- papel de fax
- papeis timbrados
- arquivos mortos

Não é aceite:
- cartão e papelão
- papeis plastificados
- papeis metalizados
- papeis parafinados
- papel vegetal
- fotografias
- fitas adesivas

Novo funcionário

A nossa escola tem, desde há alguns dias, um novo colaborador. Chama-se José Raul Oliveira e poderão encontrá-lo todas as manhãs na portaria.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

" A atual educação estraga as crianças." - diz Eduardo Sá, psicólogo

A atual educação estraga as crianças”.
Foi assim que iniciou a sua palestra no Colégio de Nossa Senhora do Alto, em Faro, uma iniciativa promovida em colaboração por aquela instituição e pelo Centro de Formação Ria Formosa sobre o “Envolvimento Parental na Escola”.
Perante um auditório com cerca de 280 pessoas, o conferencista afirmou que “a estrutura tecnocrática, em que se transformou a educação, faz mal” e criticou o “furor da formação técnica e científica” que levou ao esquecimento de que “o melhor do mundo não é a escola mas as pessoas e, em particular, as relações familiares”. Lamentando a ausência de uma lei de bases para a família e para a criança, Eduardo Sá lembrou que “há aspetos muito mais importantes do que a escola na vida das crianças”, como a família. “Estamos a criar uma mole de licenciados e de mestres aos 23 anos que esperamos que sejam ídolos antes dos 30 e o fundamental não é isso”, lastimou, lembrando que “estamos a exigir aos nossos filhos que sejam iguais a nós: que ponham o trabalho à frente de tudo o resto”, esquecendo-nos de brincar com eles.
O conferencista considerou que “criámos uma ideia absurda de desenvolvimento” e lembrou quea vida não acaba aos 17 anos com a entrada no ensino superior”. “Só os alunos que tiveram pelo menos uma negativa no seu percurso educativo é que deviam entrar no ensino superior porque estamos a criar uma geração de pessoas imunodeprimidas”, defendeu, sustentando que “errar é aprender”.

Eduardo Sá
disse achar “uma estupidez” crermos que tecnocratas sejam “sempre mais inteligentes porque dominam a estatística”, “inacreditável” que “o mundo, hoje, privilegie o número à palavra” e um “escândalo” que, “nesta sociedade do conhecimento, não perguntemos até que ponto é que mais conhecimento representou mais humanidade”. “Este mundo está felizmente a morrer de morte natural. O futuro vão voltar a ser as pessoas”, congratulou-se, considerando a
atual crise umaoportunidade fantástica que temos a sorte de estar a viver”. “Esta crise representa o fim de um ciclo que aplaudo de pé. Este furor positivista está felizmente a morrer”, complementou, considerando que “o custo do positivismo foi a burocracia e a tecnocracia”.“Acho ótimo que possamos reabilitar algumas noções que parecem ferir os tecnocratas e que são preciosas para a natureza humana. Acho inacreditável que, depois do positivismo, a fé tenha passado de moda porque a fé é uma experiência de comunhão entre as pessoas”, acrescentou.
Eduardo Sá
defendeu que as
educações tecnológicas” possam dar lugar à “educação para o amor” como “a questão mais importante das nossas vidas”. “Acho fundamental que tenhamos a coragem, a ousadia e a verticalidade de dizer que a maior parte das pessoas se sente mal-amada e acho fundamental explicar aos nossos filhos que é mentira que acertemos no amor à primeira e que é notável aquilo que se passa dentro do nosso coração”, afirmou. Neste sentido afirmou que “devia ser proibido dizermos aos nossos filhos que se deve casar para sempre”. “Sempre que namoramos mais um bocadinho, casamo-nos mais um pouco e sempre que deixamos de namorar, divorciamo-nos em suaves prestações”, concretizou a provocação, considerando o casamento tão sagrado como frágil. “É uma experiência sagrada porque duas pessoas que decidem comungar-se é uma experiência tão preciosa que é sagrada, mas é frágil porque, às vezes, os pais estão tão preocupados com a educação dos filhos que se esquecem de namorar todos os dias”, lamentou, lembrando que “pais mal-amados tornam-se piores pais”. “É fundamental que a relação amorosa dos pais esteja em primeiro lugar, antes da relação dos pais com as crianças”, sustentou.

Eduardo Sá defendeu que “as crianças devem sair o mais tarde possível de casa” e jardins de infância “tendencialmente gratuitos para todos”. “Não se compreende como é que a educação infantil e o ensino obrigatório não são a mesma coisa”, criticou, lamentando que os governantes, “nomeadamente a propósito da crise da natalidade”, não perguntem: “quanto é que uma família da classe média (se é que isso ainda existe em Portugal) precisa de ganhar para ter dois ou três filhos num jardim de infância”.

O psicólogo defendeu ainda jardins de infância onde as crianças “
brinquem e ouçam e contem histórias”, tenham educação física, educação musical e educação visual. “O ensino básico não é muito importante senão para que, para além de tudo isto, as crianças tenham português e matemática”, disse, considerando ser “mentira que as crianças não tenham competências para a aprendizagem da matemática”.É ótimo brincar com a matemática mas a matemática sem o português torna-nos estúpidos. Não consigo entender que este país não acarinhe a língua materna”, criticou.

Eduardo Sá disse ainda
não achar que “mais escola seja melhor escola”,
criticando os blocos de aulas de 90 minutos porque aulas expositivas daquela duração são “amigas dos défices de atenção”. “Acho um escândalo que as crianças comecem a trabalhar às 8h, terminem às 20h e que tenham, entre blocos de 90 minutos, 10 minutos de intervalo. Quanto mais as crianças puderem brincar, mais sucesso escolar têm”, defendeu, acrescentando que “os pais estão autorizados a ser vaidosos com os filhos mas proibidos de querer a criar jovens tecnocratas de fraldas”. “Devia ser proibido que as crianças saíssem do jardim de infância a saber ler e escrever”, advertiu.

A terminar, defendeu ser possível “ter sucesso escolar” e “gostar da escola”.
Tenho esperança que um dia as crianças queiram fugir para a escola”, concluiu.

terça-feira, 24 de abril de 2012

25 de Abril - 32 anos de perguntas



Aqui fica uma sugestão para partilhar com as nossas crianças: um DVD concebido e produzido com o apoio do Ministério da Educação, através da Direção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC).

Veja aqui os 32 anos de perguntas.

Porque é desde pequeno que se aprende e faz a história de um país!

Pedro Bianchi Prata visita a nossa escola!

O piloto Pedro Bianchi Prata participou no dia 23 de março numa atividade educativa com os alunos do Centro Escolar de S. Miguel de Nevogilde.

Os alunos do pré-escolar e do 1º ciclo ficaram a saber um pouco mais sobre o Dakar e sobre o tema segurança.


O entusiamo foi muito, obrigada mais uma vez ao Pedro Bianchi Prata pelo seu contributo!


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Não vai querer perder este Concerto!



Junte-se a nós, marcando presença no Concerto de Solidariedade para o Serviço de Pediatria do IPO do Porto.
A contribuição para assistir ao concerto é de 10 euros por pessoa que, deduzido dos custos de organização, também reverterá a favor do IPO do Porto. Para donativos acima dos 100 euros será feita menção no Programa, com destaque diferente em função do montante doado, e oferecido um bilhete por cada 100 euros doados. Para donativos acima dos 500 euros poderão ser acordadas outras formas de divulgação.

Para mais informações:
917383931


"Troque" Dia Mundial do Livro




SEX 20 a 28 ABR @ diversos locais da cidade “TROQUE“

+info: bib.agarrett@cm-porto.pt

TROQUE o seu livro por outro livro e renove a sua colecção. Esta iniciativa, que decorrerá entre 20 e 28 de Abril, assinala o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor (23 Abr.) através da promoção de troca direta de livros, com o objetivo de levar a leitura a todos os cidadãos. Nestes dias pode deixar os seus livros e levantar outros livros sem qualquer custo associado nos seguintes pontos de encontro:

Dias 23 a 28 Abril- Biblioteca Municipal Almeida Garrett
- Biblioteca Pública Municipal do Porto
- Casa do Infante
- Casa Museu Guerra Junqueiro
- Museu Romântico da Quinta da Macieirinha
- Museu do Vinho do Porto.


Dia 21 Abril- no Mini Portobelo (Praça Carlos Alberto).

Dia 23 Abril- nas carruagens do metro, circularão três livros de grandes dimensões onde todas as pessoas serão convidadas a trocar por palavras os seus pensamentos e as suas ideias, disponibilizando de novo o livro para que outros o façam a seguir.

Dia 28 Abril- em Miguel Bombarda, no Porto Belo (Praça Carlos Alberto), nas Feiras Francas (Palácio das Artes), no Mercadinho dos Clérigos (Rua Cândido dos Reis), na Livraria Papa-Livros (Rua Miguel Bombarda), no Flea Market e nos Jardins do Palácio de Cristal, com a presença do dj Vicente Abreu.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Caixa das Escolhas - exercicío de filosofia a experimentar com as suas crianças!



Desta vez, o Tomás Magalhães Carneiro, deixa-nos um desafio muito interessante - Caixa das Escolhas.
Trata-se de um exercício de FcC para os pais experimentarem em casa com os filhos, ou os professores e educadores nas aulas com os alunos.
"Podemos escolher não respirar?"


Material: Três Caixas (imaginárias ou reais) – 1) Caixa das coisas que escolhemos; 2) Caixa das coisas que não escolhemos; 3) Caixa Mistério (coisas que ainda não conseguimos decidir se escolhemos ou não).

Objectivo: Pensar sobre a nossa “liberdade de escolha”.

Filosofia: Será que somos livres para escolher tudo o que fazemos? Com este exercício pretendemos convidar as crianças a pensar sobre vários gestos e acções do seu dia-a-dia e procurar descobrir, em Diálogo com os seus amigos, se esses gestos e acções são escolhas suas ou não, em “linguagem de adultos” se são voluntários ou não, se são conscientes ou não.
Por exemplo, para ajudar as crianças a pensarem “um pouco mais” sobre a possibilidade de escolha podemos perguntar se “podiam ter escolhido não vir à escola?”, se “decidiram ter os amigos que têm, ou podiam ter outros amigos”, “se à noite escolhem os sonhos que vão ter ou então quem os escolhe?”, ou ainda “se são obrigados a pensar ou podem escolher não o fazer” (esta última pergunta acompanhada de engraçadas tentativas de “não pensar em nada” (ver foto).
Não é necessário percorrer toda a lista de perguntas o que se pode tornar bastante cansativo para as crianças, mas devemos procurar deixá-las aprofundar o melhor que conseguirem cada uma delas.

Bons Pensamentos!

- “Meninos, em que Caixa devemos colocar cada uma destas acções?”
- Vir à escola
- A roupa que vestimos.
- Os meus amigos
- Os meus pais
- Ficar doente
- Ficar bom
- Ficar zangado
- Ficar triste
- Respirar
- Chorar
- Dormir
- Pensar
- Sonhar
- O que como
- O que gosto/não gosto de comer

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Matrículas para o ano letivo 2012-2013

  
O período de matrículas para o ano letivo 2012-2013 está aberto de:

15 de Abril a 15 de Junho

Deixamos-lhe aqui todas as informações e documentação necessária:


*A renovação da inscrição será concretizada apenas com a assinatura do impresso de inscrição pelo Encarregado de Educação.



Imprima e preencha a documentação necessária e entregue-a na Secretaria da Escola Francisco Torrinha.

Nota: Informação retirada do sítio da internet da sede de Agrupamento: http://www.eb23-francisco-torrinha.rcts.pt/