terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Colunas para computadores

Caros Pais e Encarregados de Educação,

A pedido da direção do agrupamento, vimos solicitar-vos que se tiverem colunas para computador que já não estejam a ser usadas, as ofereçam ao nosso agrupamento. As escolas Francisco Torrinha e Garcia de Orta necessitam de colunas para computadores, uma vez a componente de compreensão oral no ensino de línguas estrangeiras é feita com recurso a programas informáticos. Infelizmente poucos computadores dispõem de colunas, o que limita e dificulta a aprendizagem dos alunos.

Deixem as colunas na nossa escola (ao cuidado do Sr. Luís) ou entreguem-nas diretamente nas escola Francisco Torrinha ou Garcia de Orta.

Crianças que vêem demasiada televisão podem ter estruturas cerebrais danificadas

Crianças que vêem demasiada televisão podem ter estruturas cerebrais danificadas

Crianças que vêem demasiada televisão podem ter estruturas cerebrais danificadas

Ver demasiada televisão pode alterar a estrutura cerebral de uma criança de forma negativa. De acordo com um novo estudo realizado por uma equipa de investigação japonesa, quanto mais tempo se passa em frente ao televisor, mais profundas são as alterações cerebrais produzidas.
Várias ressonâncias magnéticas ao cérebro mostram que as crianças que viam televisão muitas horas por dia tinham grandes quantidades de matéria cinzenta nas regiões à volta da área do córtex pré-frontal, a região frontal da parte anterior do lobo frontal do cérebro. Porém, este aumento da massa cinzenta nesta região é um aspecto negativo, já que está ligado com uma inteligência verbal menor, indicam os cientistas da Tohoku University. Segundo os investigadores, a massa cinzenta pode ser comparada ao peso corporal e estas áreas cerebrais devem ter pequenas quantidades de massa cinzenta durante a infância para que possam funcionar de forma eficiente.
Para o estudo foram monitorizadas 276 crianças com idades compreendidas entre os cinco e os 18 anos, que viam televisão entre zero e quatro horas por dia, com uma média de duas horas de visualização.
“Estas áreas mostram o progresso de um afinamento cortical durante a idade de desenvolvimento e as crianças com QI superior apresentam afinamentos corticais mais vigorosos nesta área”, indica a equipa de investigação. Ao contrário de aprender um instrumento, por exemplo, ver televisão não aumenta, acelera ou varia o desenvolvimento cerebral. “Quando este tipo de aumento no nível de exercitação cerebral não ocorre com o aumento de experiencias próprias, há um menor efeito sobre o funcionamento cognitivo”, apontam os cientistas.
“Em conclusão, ver televisão está directamente ou indirectamente associado com o desenvolvimento neuro cognitivo das crianças”, acrescentam. Pelo menos algumas das associações observadas pelos cientistas não são benéficas e os responsáveis pelas crianças deveriam considerar esses efeitos quando permitem que as crianças vejam televisão por longos períodos de tempo, já que a região do córtex pré-frontal é uma área do cérebro que está associada a faculdades intelectuais.
De acordo com a equipa de investigação, o impacto de ver televisão no desenvolvimento estrutural do cérebro nunca tinha sido investigado anteriormente.
Fonte: http://greensavers.sapo.pt/2014/01/19/criancas-que-veem-demasiada-televisao-podem-ter-estruturas-cerebrais-danificadas/






domingo, 19 de janeiro de 2014

Esclarecimento aos nossos leitores e seguidores

Os comentários no nosso blogue só serão publicados se estiverem de acordo com os seguintes critérios:

1. Os comentários devem ser assinados com os nomes reais dos autores;
2. Os comentários não podem incluir moradas, endereços de e-mail ou números de telefone;
3. Os comentários devem visar o tema do artigo em que são submetidos. Os comentários “fora de tópico” deverão ser evitados;
4. Questões ou assuntos de caráter particular ou que estejam fora do âmbito dos artigos publicados, devem ser-nos colocados por email para: ap.nevogilde@gmail.com;
5. Não serão publicados comentários que recorram a acusações, insultos e que usem linguagem grosseira ou difamatória.

A APais aceita (e agradece) todas as críticas à sua atuação, desde que estas sejam escritas com cordialidade e com a intenção de corrigir ou enriquecer as suas atividades e projetos.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O Céu visto da terra - Planetário do Porto

18 de janeiro a 10 de maio
Estando num ponto privilegiado do sistema solar, o planeta Terra tem as propriedades necessárias não só para receber e gerar vida inteligente, como para ser uma janela aberta à grandiosidade que recheia de beleza e ciência o Universo que nos rodeia e apaixona. Esta exposição foi produzida a partir desse palco espacial em que todos nós habitamos e participamos activamente, numa união entre o Céu e a Terra, numa simbiose perfeita em que através da expressão fotográfica, “beleza, ciência e arte” caminharam de mãos juntas, com a finalidade de trazer as maravilhas do firmamento ao grande público em geral. Com entrada gratuita, mais de 24 fotografias de grande formato e duas panorâmicas gigantes, o visitante irá certamente mergulhar e deixar-se guiar por entre imagens que retratam desde fenómenos celestes e atmosféricos como o “Airglow” e a Luz Zodiacal, à esmagadora e imponente presença da nossa galáxia, a Via Láctea, que repleta de enxames de estrelas, nebulosas de emissão, gases e poeira estelar, faz ressaltar o imaginário de sonho de qualquer um. Prosseguindo na exposição, encontrará a presença da chamada “Super Lua Cheia”, que se torna bem visível quando atinge o perigeu, ponto orbital mais próximo da Terra. Não esquecendo o património arquitectónico e histórico presente na paisagem terrestre e sob a imponente espada de um cavaleiro nobre, desfrutará de um alinhamento planetário de cortar a respiração. O movimento da esfera celeste em torno da estrela Polar, permite também registos impressionantes que traduzem na “escrita da luz” o caminho das estrelas ao longo da noite, muitos destes registos, captados nalguns dos melhores céus do mundo, como o da reserva portuguesa Dark Sky Alqueva ou do Observatório de Roque de Los Muchachos, nas Canárias, lar que sustenta o telescópio de raios gama MAGIC. Aqui, o céu atinge níveis de escuridão tão profunda, que remonta à percepção visual a que só os nossos ancestrais tiveram acesso num passado remoto, longe da poluição luminosa que se avista hoje nos grande centros urbanos e apaga a maioria das estrelas que muitas crianças e jovens adolescentes, ainda não tiveram a oportunidade de vislumbrar uma só vez!













Abertura
Planetário do Porto
Sábado, 18 janeiro, 2014
17:00 - 19:00
  • Visita guiada por Miguel Claro;
  • Palestra e conversa com o público;
  • Apresentação do livro;
  • Sessão de autógrafos;
  • Venda de livro e astrofotografias.
  • Exposição em exibição
    18 janeiro a 10 maio, 2014
    Horário
    Segunda a Sexta 9:00 às 18:00
    Sábados 14:30 às 17:30

Obrigado!



Muito obrigado a todos os que contribuíram para a recolha de bens alimentares que a APais levou a cabo de 9 a 13 de dezembro e que resultou em 38 cabazes de Natal, que foram entregues a famílias carenciadas de Nevogilde.
É em tempos difíceis que a solidariedade é um princípio que faz ainda mais sentido e com um pequeno contributo conseguimos tornar  melhor a Ceia de Natal de 38 famílias!


  





terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Estarão os professores preparados para a obrigatoriedade do Inglês no 1.º ciclo?

Conselho Nacional de Educação defende introdução do Inglês, como disciplina curricular, a partir do 3.º ano do 1.º ciclo, pelo menos duas horas por semana. E recomenda formação científica e pedagógica devidamente certificada para concretizar a ideia. Ministro da Educação vai ler a proposta com “toda a atenção”.


A introdução do Inglês no 1.º ciclo do ensino básico, como disciplina obrigatória, é uma vontade assumida pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC) que pediu um parecer sobre o assunto ao Conselho Nacional de Educação (CNE) – com base num relatório técnico no âmbito de uma alteração ao funcionamento das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC). Os conselheiros do órgão consultivo da tutela reuniram-se e acabam de revelar os seus pontos de vista num parecer que será devidamente analisado pela equipa de Nuno Crato. O CNE defende que o Inglês deve ser ensinado a partir do 3.º ano do 1.º ciclo, pelo menos duas horas por semana, incluídas nas 25 horas curriculares. A recomendação do CNE não deverá, no entanto, entrar em vigor no próximo ano letivo. 

“Para além de não comprometer os objetivos de aprendizagem da língua materna (cuja centralidade importa preservar), encontra-se demonstrado que o contacto letivo precoce com uma língua estrangeira favorece a obtenção de níveis de proficiência mais elevados ao fim de, pelo menos, oito anos de ensino”, lê-se no parecer. As pesquisas feitas ao longo dos anos não são esquecidas pelo CNE. “A maioria dos estudos disponíveis sobre este assunto comprova a vantagem na iniciação precoce a qualquer língua estrangeira. Primeiro no plano lexical e logo a seguir no plano sintáctico, o aluno cria as bases para, ao fim de um processo regular de aprendizagem, poder desenvolver capacidades satisfatórias de escrita e de leitura e de oralidade fluente e eficaz”, acrescenta-se no documento. 

A medida não deverá ter um grande impacto em termos de custos, mas implicará a reorganização das atividades e os currículos terão de ser reajustados até ao ensino secundário, uma vez que o Inglês passará a disciplina curricular desde o 3.º ano. Para aplicar a ideia, o CNE defende que devem ser contratados professores com habilitações próprias, científicas e pedagógicas, em regime de coadjuvação do professor titular. E, além disso, sugere que sejam mantidas as 25 horas letivas, que o professor titular deve acompanhar as aulas de Inglês, e que o horário da disciplina seja definido de forma a garantir a intensidade na aprendizagem. 

E por que razão só a partir do 3.º ano? O CNE argumenta que o ensino do Inglês não deverá comprometer a aprendizagem da Língua Portuguesa e de outros “saberes básicos” nos primeiros anos da escola. No entanto, as escolas podem organizar atividades que despertem o interesse para o Inglês aos alunos do 1.º e 2.º anos. “A introdução de uma segunda língua não devia ser fator de perturbação da aprendizagem daquilo que são os saberes básicos e fundamentais, que são gerados nos primeiros anos de escolarização”, adianta David Justino, presidente do CNE e ex-ministro da Educação. 

Corrigir desigualdade 
Neste momento, o Inglês só entra no currículo dos alunos portugueses no 5.º ano. Em vários países europeus, este ensino começa mais cedo e o CNE apresenta o exemplo da Bélgica, onde se começa a aprender Inglês aos três anos. Em Portugal, a realidade é diferente. “Não se pode sequer dizer que essa desvantagem tenha sido atenuada pelo facto de, desde 2006, o Inglês ter vindo a ser oferecido no quadro das AEC do 1.º ciclo. Como é sabido, essa mesma oferta tem vindo a ocorrer em níveis de eficácia muito variados, obrigando a que o contacto com o Inglês no 5.º ano de escolaridade se efetue sempre em registo de iniciação.” E há outro dado a ter em conta. “As famílias mais favorecidas proporcionam sistematicamente aos seus educandos uma iniciação precoce ao Inglês, verificando-se uma situação de flagrante desigualdade que importa corrigir, através da escola, em relação aos alunos que não podem beneficiar desse importante suplemento de formação”, sustenta-se no parecer. 

A Associação Portuguesa de Professores de Inglês (APPI) sempre defendeu que a disciplina deveria tornar-se obrigatória precisamente a partir do 3.º ano do 1.º ciclo e já a partir do próximo ano letivo, ou seja, em 2014/2015. Mas a falta de professores preparados para lecionarem a disciplina em idades tão precoces é uma das principais preocupações da comunidade educativa. A APPI sabe que existe essa preocupação e avisa que não se deve impor essa lecionação aos professores do 3.º ciclo e secundário. O ideal será pensar em docentes com perfil para o ensino do Inglês aos mais novos. 

Em novembro do ano passado, Isabel Brites, vice-presidente da APPI, referia ao EDUCARE.PT que os agrupamentos deveriam poder recrutar os profissionais para trabalharem com os alunos do 1.º ciclo, que tanto poderiam ser os professores desse mesmo agrupamento, desde que reunissem as condições necessárias, como docentes com as habilitações adequadas. “E a lecionação do Inglês no 1.º ciclo tanto pode ficar a cargo de um professor especialista como do próprio professor generalista, o professor titular da turma, desde que tenha habilitações científicas e metodológicas para esse efeito”, dizia, nessa altura, acrescentando que “muitos desses professores já detêm licenciatura ou mestrado que os habilitam para tal”. 

O CNE estima que, neste momento, não haja professores com habilitações necessárias para avançar com o ensino do Inglês a partir do 3.º ano já no próximo ano letivo. O parecer sustenta, a propósito, que os docentes devem ser especialistas no domínio do “ensino precoce da língua”, o que envolve “formação científica e pedagógica, devidamente certificada”. “A preparação do lançamento da obrigatoriedade do Inglês no 1.º ciclo deverá obrigar a uma formação em moldes que o MEC deverá definir”, comenta David Justino. 

A transição que o CNE propõe terá de ser planeada pela tutela. “O MEC terá agora, espero que de forma planeada e sem grandes pressões, de concretizar este desígnio de introdução ao ensino do Inglês no 1.º ciclo”, refere o presidente do CNE. O ministro da Educação, Nuno Crato, promete ler “com toda a atenção” as recomendações do órgão consultivo e tomar “em devida conta” o parecer. Quanto à data de aplicação da medida e quanto à formação que os professores de Inglês terão de receber, o governante ainda não teceu quaisquer comentários. Perante o parecer do CNE, o PS desafia a maioria parlamentar a rever a sua posição sobre o assunto. “Face a este parecer, a pergunta que se coloca é qual é agora a opinião do PSD e do CDS-PP, que há alguns meses votaram contra uma proposta do PS”, refere a deputada socialista Odete João. Essa proposta do PS recomendava ao Governo o ensino obrigatório do Inglês no 1.º ciclo e a introdução de uma segunda língua estrangeira. 

Instabilidade pedagógica
Recorde-se que o parecer do CNE surge depois da polémica em torno da liberdade das escolas enquadrarem ou não a disciplina na oferta complementar ou nas AEC. O MEC lembrava, nessa altura, que o Inglês nunca tinha sido obrigatório no 1.º ciclo, mas, mesmo assim, não escapou a críticas de professores e políticos - mesmo depois de ter garantido que cerca de 90% das turmas do 1.º ciclo tinham Inglês nas AEC. As críticas intensificaram-se quando o ministro anunciou a realização de um teste de diagnóstico de Inglês no 9.º ano, que poderá ou não contar para a nota final dos alunos, conforme decisão de cada escola. 

No relatório técnico, que acompanha o parecer do CNE, é feito um balanço do ensino do Inglês no âmbito das AEC. Balanço feito a partir da opinião de 18 especialistas de diversas áreas de investigação e de dados de relatórios, estudos e experiências. Os números recolhidos indicam um aumento significativo do número de alunos e de escolas que lecionam Inglês nas AEC. Em 2006/2007, 42,8% das escolas ofereciam Inglês, percentagem que aumentou para 99,4% em 2012/2013. Quanto ao número de alunos abrangidos, verifica-se que no 1.º e 2.º anos evoluiu, no mesmo período, de 30,5% para 91,1%, enquanto no 3.º e 4.º anos passou de 88,8% para 91,2%. 

O aspeto positivo mais referenciado é precisamente a difusão do Inglês como língua de comunicação internacional que promove a abertura a outras culturas, potenciando, desde cedo, a motivação para a aprendizagem de uma língua estrangeira, de acordo com as diretrizes europeias. “O ensino do Inglês teve a vantagem de sensibilizar para a diversidade linguística e cultural, na perspetiva do plurilinguismo e com o desenvolvimento de competências interculturais e de uma atitude positiva face às línguas”. 

Há, porém, vários aspetos negativos. Falta de formação dos professores de Inglês nas AEC a nível didático e pedagógico e pouca preparação para o ensino precoce da língua. Recrutamento de professores que, em alguns casos, não foi criterioso. “Os professores recrutados podiam ser das mais variadas áreas, desde que tivessem certificado, ou alguma experiência com crianças, em ATL. Contudo, alguns professores não estavam preparados metodologicamente para aquele nível de ensino. E alguns não tinham o devido conhecimento científico/linguístico”, alerta-se no relatório. A rotatividade dos professores, que provoca instabilidade pedagógica, também é referida como aspeto negativo. 

O documento realça ainda a falta de articulação entre ciclos, de progressão e sequencialidade das aprendizagens, uma vez que o Inglês é uma disciplina não obrigatória nas AEC. A falta de manuais e de outros recursos pedagógicos e a insuficiente oferta de formação também surgem no lado dos fatores negativos. “Relativamente a orientações programáticas, são apontadas insuficiências por não existir um plano de estudos específico para cada ano, mas apenas linhas orientadoras e sugestões metodológicas para os dois primeiros e para os dois últimos anos. As orientações programáticas não apoiaram devidamente os professores que não dominavam as estratégias de ensino adequadas aos alunos daquele nível de ensino”, sublinha.

Fonte: educare.pt

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Estacionamento indevido na escola

Caros Pais e Encarregados de Educação,

Como já anteriormente comunicado (veja aqui), a APais tem uma grande preocupação com o estacionamento indevido em cima dos passeios e das passadeiras, obrigando as crianças a circular pela estrada.

Infelizmente, continuamos a verificar que muitos automóveis persistem no estacionamento desrespeitador das regras de trânsito e sobretudo das regras da boa convivência, pondo em perigo a segurança das crianças da nossa escola.

Por isso, tomámos as medidas que anteriormente anunciámos, solicitando à PSP que esteja com a maior frequência possível na nossa escola. A PSP tem colaborado na tentativa de disciplinar os referidos comportamentos, por vezes recorrendo à autuação.

Fizemos também uma exposição à Câmara Municipal do Porto, solicitando a colocação de pinos dissuasores de estacionamento no passeio que se segue à escola, de forma a impedir o estacionamento (conforme indicado na foto).

O técnico da C.M.P. que se deslocou à escola, verificou a situação de desrespeito que se repete e por isso foi deferido o nosso pedido, estando já em processo de execução a colocação de 13 pinos dissuasores de estacionamento ao longo de todo este passeio.

Esperamos que estas nossas ações contribuam para que tenhamos uma escola cada vez melhor e uma vez mais pedimos a colaboração de todos.

A escola precisa da ajuda de TODOS!
E TODOS por uma escola melhor!

sábado, 11 de janeiro de 2014

Sábados a Contar nas Bibliotecas Municipais

Biblioteca Pública Municipal do Porto - 15h30

Nadadorzinho, de Leo Lionni



Biblioteca Municipal Almeida Garrett - 11h00 e 15h30

A Ovelhinha Preta , de Elisabeth Shaw

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Em Dia de Reis, cantaram-se as Janeiras!


Os meninos do 1º ano, liderados pela Profª. Antónia Gama (1º A), cantaram as Janeiras a todos os outros meninos da escola, que se reuniram no ginásio para os ouvir.

E todos juntos entoaram o refrão!