terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Provas Finais de 4º ano

Na página web do IAVE (Instituto de Avaliação Educativa), pode encontrar toda a informação de interesse sobre a Prova de Final de Ciclo do 4º ano:

- Calendário;
- Informações aos pais e encarregados de educação;
- Instruções de realização;
- Critérios gerais de classificação;
- Ferramentas de apoio ao estudo ("Banco de itens");
- Provas realizadas em anos letivos anteriores, etç.

Clique AQUI e fique a conhecer toda a informação.

A todos os alunos de 4º ano desejamos uma BOA PROVA!!!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Atividade fisica e aprendizagem escolar

Vimos partilhar uma mensagem da Direção Geral da Saúde, enviada por Gregória Paixão von Amann*:

Temos cada vez mais evidência cientifica sobre o impacto da Atividade Física na melhoria das aprendizagens escolares.
 
Resumindo:
1.       Depois da prática de atividade física (mesmo sessões pequenas  e simples) as crianças concentram-se mais nas tarefas de sala de aula.
2.       A participação regular em atividade física melhora o desempenho e as funções cerebrais tais como atenção e memória. Estas funções cerebrais são a base da aprendizagem.
3.       O comportamento cerebral, avaliado através da atividade neuronal de um aluno após estar 20mn sentado ou a caminhar, é muito diferente como se pode ver na imagem. Vejam como é após 9 meses neste artigo!


 

Concluindo…atividade física na escola, precisa-se!

 
Coordenadora do Programa Nacional Saúde Escolar | Programa Nacional Prevenção de Acidentes
Médica na Divisão de Estilos de Vida Saudável
Medical Officer at the Division of Healthy Lifestyle

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Alterações de trânsito na zona da escola

A partir de dia 24 de fevereiro há várias alterações de trânsito na zona da Foz, em ruas próximas da nossa escola. Fique a conhecer todas as alterações, nos documentos que aqui publicamos.

Clique aqui para conhecer o edital da C.M. do Porto, com a descrição de todas as alterações.







sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Falta de escrever à mão «pode prejudicar desenvolvimento cerebral de crianças»

Falta de escrever à mão «pode prejudicar desenvolvimento cerebral de crianças»

Uma pesquisa americana sugere que o uso excessivo de teclados e ecrãs sensíveis ao toque ao invés de escrever à mão, com lápis e papel, pode prejudicar o desenvolvimento das crianças.

A neurocientista cognitiva Karin James, da Universidade de Bloomington, nos EUA, estudou a importância da escrita à mão para o desenvolvimento do cérebro da criança.
Para chegar à conclusão de que teclados e telas podem prejudicar este desenvolvimento, a invetsigadora estudou crianças que ainda não sabiam ler - que poderiam ser capazes de identificar letras mas não sabiam como juntá-las para formar palavras.
No estudo, as crianças foram separadas em grupo diferentes: um grupo foi treinado para copiar letras diferentes enquanto outras trabalharam com as letras usando um teclado.
A pesquisa testou a capacidade destas crianças de aprender as letras; mas os cientistas também usaram exames de ressonância magnética para analisar quais as áreas do cérebro que eram activadas e, assim, tentar entender como o cérebro muda enquanto as crianças se familiarizavam com as letras do alfabeto.
O cérebro das crianças foi analisado antes e depois da experiência e os cientistas compararam os dois grupos diferentes, medindo o consumo de oxigénio no cérebro para mensurar a sua actividade.

Os pesquisadores descobriram que o cérebro responde de forma diferente quando aprende através da cópia de letras à mão de quando aprende as letras digitando-as num teclado.
As crianças que trabalharam copiando as letras à mão mostraram padrões de activação do cérebro parecidos com os de pessoas alfabetizadas, que podem ler e escrever. Este não foi o caso com as crianças que usaram o teclado.
O cérebro parece ficar «ligado» e responde de forma diferente às letras quando as crianças aprendem a escreve-las à mão, estabelecendo uma ligação entre o processo de aprender a escrever à mão e o de aprender a ler.
«Os dados do exame do cérebro sugerem que escrever prepara um sistema que facilita a leitura quando as crianças começam a passar por este processo», disse James.
Além disso, desenvolver as habilidades motoras mais sofisticadas necessárias para escrever à mão pode ser benéfico em muitas outras áreas do desenvolvimento cognitivo, acrescentou a pesquisadora.

As descobertas da pesquisa podem ser importantes para formular políticas educacionais.
«Em partes do mundo há uma certa pressa em introduzir computadores nas escolas cada vez mais cedo, isto (esta pesquisa) pode atenuar (esta tendência)», disse Karin James.
Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=759760


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Quantas horas devemos dormir por noite?

tabela_idade_sono

Mais em: http://sleepfoundation.org/media-center

Doze regras para tornar os TPC mais fáceis


Doze regras para tornar os TPC mais fáceis
Depois de um dia inteiro de aulas para os miúdos e um longo dia de trabalho para os mais crescidos, a hora dos trabalhos de casa (TPC), entre banhos, jantar e cansaço, pode revealar-se um grande desafio. Se há crianças que gostam de os realizar e os fazem com entusiasmo, outras evitam-nos até à hora de deitar e transformam-nos num castigo para si e para os pais. 
Como fazer da hora dos TPC um momento sem stress e de partilha entre pais e filhos? Fomos falar com Inês Afonso Marques, psicóloga clínica e coordenadora da área infanto-juvenil da Oficina de Psicologia, e temos 12 dicas preciosas para que todos em casa beneficiem de mais e melhores momentos em família. Sempre sem esquecer que os trabalhos de casa fazem parte das rotinas das crianças, mas que outros temas devem fazer parte das nossas rotinas enquanto família.
 
1. Fazer um intervalo antes dos TPC
Após a chegada do seu filho a casa, e sempre que possível, permita que tenha um breve intervalo, no qual possa lanchar e brincar durante algum tempo e antes do início do período dedicado ao estudo. Idealmente os trabalhos de casa devem ser feitos antes da hora do jantar.
 
2. Escolher um local destinado ao estudo. 
A criança deve ter uma mesa, num local destinado ao estudo, confortável e com boa iluminação e ventilação. Nada de estudar em cima da cama, na mesa da cozinha enquanto os pais fazem o jantar ou no sofá enquanto se vê televisão.
 
3. Ter todo o material à mão ...
Todo o material necessário deve estar na mesa antes de começar a estudar. Isto inclui livros, cadernos diários, canetas, dicionários, calculadora, etc. Sempre que tem de se levantar para ir buscar qualquer coisa interrompe a concentração. Na mesa de estudo SÓ deve estar o material necessário para trabalhar.
 
4. ... e arrumado e organizado
Tudo o que faz falta, e que está em cima da mesa, deve estar arrumado e organizado. Caso contrário, há tempo que se perde na busca da borracha perdida.
 
5. Nada de televisão
Tudo o que pode servir de distracção deve estar fora do alcance do olhar e das mãos. Mantenha longe do olhar da criança a televisão, o rádio, o computador, os livros de BD, o telemóvel, os cromos…
 
6. Criar um horário de estudo
Construa com o seu filho um horário de estudo, adequado à idade e às disciplinas, e que pode ser alterado em função do sucesso do mesmo. 
 
7. Não deixar que o tempo dos TPC se arraste
Coloque um relógio no local onde o seu filho estuda e definam o tempo para a realização dos trabalhos de casa. 
 
8. Oferecer uma ajuda sempre que preciso, mas lembrar que a responsabilidade é deles
Esteja disponível para ajudar. Mas note que estar disponível para ajudar não é fazer o trabalho de casa pela criança. A realização dos TPC, ainda que com a supervisão do adulto, deve ser da responsabilidade da criança. Com as crianças mais pequenas pode ser útil ajudá-las a definir uma “agenda” das tarefas que têm para fazer e, em seguida, sentar-se perto delas, a fazer uma actividade sua, como ler um jornal, para que mais facilmente possa dar resposta a alguma questão. 
 
9. Dar orientações e não respostas concretas 
No caso de identificar que surgem dificuldades, deixe-o resolver para que se sinta mais confiante, mas fique por perto e ajude-o a pensar como ultrapassar, que recursos pode utilizar para conseguir realizar o exercício. Em resposta às dúvidas, ofereça orientações e não respostas concretas.
 
10. Cuidado com as correcções
Confirme que os TPC são realizados, evitando esquecimentos recorrentes. Mas, lembre-se que confirmar a realização dos trabalho não é corrigi-los. A criança também precisa de errar para melhor compreender as suas forças e as suas dificuldades. E na escola, com os professores, terá oportunidade de corrigir os seus trabalhos e verificar o produto do seu esforço. Esta dica é válida tanto para quando os TPC são realizados em casa ou em contexto de centro de estudos. 
 
11. Estimular a autonomia
À medida que a criança cresce e progride no seu percurso escolar, estimule a sua autonomia, também no que às tarefas escolares diz respeito, mas mantendo o seu interesse por acompanhar as aprendizagens do seu filho.
 
12. Motivar sempre. E elogiar. Muito.
Seja um motivador. Demonstre interesse pelas aprendizagens do seu filho, pergunte por fichas, testes ou trabalhos. Dê encorajamento. E elogie o trabalho realizado e os esforços demonstrados.

Timor-Leste | recolha de Livros para Baucau


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

O que é importante nos testes das crianças que aprendem a ler e a contar?

Os resultados dos testes intermédios do 2.º ano do 1.º ciclo, realizados nos últimos quatro anos, foram analisados. Dificuldades detetadas, sugestões apresentadas. As associações de professores de Matemática e de Português leram o relatório e têm observações a fazer, nomeadamente quanto ao destaque dado a aspetos demasiado formais e abstratos para o nível de ensino em questão.

A análise aos testes intermédios do 2.º ano do 1.º ciclo do Ensino Básico, realizados nos últimos quatro anos, está feita. O Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) passou a pente fino as provas de Português e de Matemática e realçou vários aspetos. A Português, há alunos que têm dificuldades em interpretar um texto, escrever sem erros ortográficos e de forma coerente, aplicar acentos gráficos. No relatório do IAVE propõe-se aos professores que insistam na construção de frases, na estruturação do texto, na produção de narrativas, que trabalhem nos conteúdos gramaticais e na leitura de enunciados. Na Matemática, evidenciam-se problemas em entender o conceito de igualdade, na contagem de dinheiro e em reconhecer o que é um quadrado e o que é um retângulo. As dificuldades estendem-se à interpretação do enunciado de um problema e à definição de uma estratégia apropriada à sua resolução. Sugere-se atenção ao cálculo mental, à compreensão da relação entre adição e subtração, ao significado dos símbolos matemáticos e a conteúdos relacionados com Geometria e Medida. 


Lurdes Figueiral, presidente da Associação de Professores de Matemática (APM), lembra que em 2014 cerca de 65% dos alunos realizaram o teste intermédio do 2.º ano e que na disciplina dos números se nota uma melhoria em praticamente todos os domínios ao longo dos últimos anos. Há, no entanto, algumas dificuldades sobretudo na resolução de problemas, no raciocínio matemático e comunicação, nomeadamente em justificações claras e coerentes. Antes de mais, Lurdes Figueiral faz questão de avisar que esses exames são feitos por alunos do 2.º ano que têm 7 e 8 anos de idade. Por isso, o relatório merece-lhe algumas observações. “Não se percebe a relevância dada à contagem de dinheiro (ao cêntimo) ou ao reconhecimento de que o quadrado é um caso particular do retângulo”. “Também em relação à interpretação do sinal de igual é dito que relativamente 'à compreensão do uso do sinal de igual numa expressão numérica, notou-se uma evolução positiva no desempenho dos alunos' mas, nas conclusões, refere-se que deve ser dada especial atenção 'ao significado do sinal de igual (que estabelece uma relação de igualdade dos valores apresentados em cada um dos lados do sinal), trabalhando-se no sentido da passagem de uma visão procedimental (a seguir ao sinal de igual coloca-se o resultado) para uma visão relacional'”. 
Não compreende, portanto, a importância dada a aspetos que, na sua perspetiva, são demasiado específicos, demasiado formais, demasiado abstratos para este nível de ensino. O que lhe parece “um mau contributo para a qualidade do relatório e só evidencia a desadequação das metas curriculares que foram tidas em conta 'cumulativamente' ao programa de 2007 em vigor para estes alunos, mas que o contrariam profundamente”. Lurdes Figueiral recorda que aí, nas metas, “aparecem de facto preciosidades como esta: 'reconhecer o quadrado como caso particular do retângulo', uma meta para o 1.º ano”. É importante, por isso, perceber o que é relevante e adequado na aprendizagem e há questões que, para a presidente da APM, nunca deveriam ter o destaque dado no relatório, “uma vez que não são aprendizagens significativas no âmbito do programa de referência para a realização destes testes”.



Mesmo assim, o tratamento dos resultados dá, naquilo que a APM considera fundamental, orientações que, contudo, são desvalorizadas no programa de 2013, como “dar importância à resolução de problemas, ao raciocínio matemático e à comunicação matemática. E dizem-nos que os alunos têm vindo a melhorar em praticamente todos os domínios apresentando até, em alguns temas, melhorias muito significativas”.



Melhorar práticas pedagógicas 
Luís Filipe Redes, da Associação de Professores de Português (APP), também realça que o relatório do IAVE se concentra em testes feitos por crianças que ainda estão numa fase inicial da leitura e da escrita e que têm muitos anos pela frente para exercitarem essas competências. “O mais importante não são estas conclusões que podemos registar agora, mas sim os efeitos que cada teste teve sobre o trabalho dos professores com os seus alunos.” E esse trabalho, sustenta, terá sido cumprido por muitos professores com os seus alunos na altura própria, em vários exercícios para identificar fonemas e sílabas em jogos orais, rimas e versos, bem como na ortografia, na compreensão do discurso tanto na leitura como na oralidade, e na escrita de textos em situações comunicativas. 



Os testes intermédios têm, do seu ponto de vista, dois aspetos essenciais: familiarização dos professores com métodos rigorosos de avaliação e informação relevante sobre o decurso da aprendizagem da leitura, da escrita e da oralidade. “Os testes apesar de estarem muito bem elaborados revelam algumas dificuldades que prejudicam também algumas das conclusões.” “Os próprios autores do relatório deram conta de alguns desses problemas”, acrescenta. Há ainda o problema na comparação de resultados entre testes diferentes e que revelam alguma evolução no tipo de itens. “Essa preocupação levada ao extremo impedir-nos-ia de melhorar os enunciados, ano a ano”, alerta. 



Para Luís Filipe Redes, a melhor maneira de perspetivar as conclusões é pensar no que se pode melhorar em termos de prática pedagógica. Na compreensão oral, verificou que os testes não avaliam textos inteiros, mas apenas partes. “O bom desempenho da maioria dos alunos tem a ver também com o facto de o grau de dificuldade ser bastante baixo.” Na leitura, o desempenho foi bastante satisfatório. “No que respeita à compreensão inferencial, quero chamar a atenção para o baixo nível de inferências exigido nos testes. Seria interessante verificar que uma parte, ainda que pequena, das crianças do 2.º ano conseguem fazer inferências muito mais afastadas da compreensão literal”. Na ortografia, reconhece que o desempenho é baixo. “Mas repare-se que o próprio relatório relativiza os resultados com problemas do enunciado e do contexto semântico das palavras que foram objeto desses exercícios.” Na escrita, apenas 26% dos alunos escreveram com o máximo de desempenho na ortografia. A comparação dos resultados revelou melhorias de ano para ano na textualização.



Há sempre questões a melhorar. Fazer mais exercícios com rimas e lengalengas que chamem a atenção para sílabas e fonemas. Na escrita, ter em consideração a intenção dos próprios testes influenciarem a didática da escrita, na medida em que solicitam às crianças que planeiem um texto e sigam as fases da sua construção no próprio teste. “Trata-se de uma tarefa que os programas mais recentes enfatizaram e a que antes não era dada tanta atenção: escrever um tipo de texto determinado, com uma certa intenção comunicativa percorrendo uma série de fases - da planificação à revisão”.



Célia Mestre, professora do 1.º ciclo, leu o relatório do IAVE e realça a evolução positiva dos alunos tanto a Matemática como a Português nos vários domínios analisados. Os resultados não a surpreendem e os pontos em que os alunos demonstram maiores dificuldades são “aspetos mais complexos e abstratos que exigem um maior tempo para a aprendizagem”. E apresenta como exemplos as dificuldades de interpretação de textos e escrita sem erros ortográficos no Português, na contagem de dinheiro e no reconhecimento do quadrado como caso particular do retângulo na Matemática. A aprendizagem destes conceitos e aquisição destas capacidades, na sua opinião, levam tempo. As dificuldades são, por isso, analisadas como próprias desse nível de escolaridade. 



Ao ler as recomendações, particularmente no caso da Matemática, Célia Mestre fica um pouco perplexa já que “parecem ser um pouco dissonantes com aquilo que é preconizado no Programa de Matemática de 2013 e nas Metas Curriculares. “Apresentando as metas um conjunto vasto de descritores, nenhuma ou pouca ênfase é dada, por exemplo, à construção da conceção do sinal de igual enquanto símbolo relacional, à exploração de estratégias de cálculo mental e às capacidades de resolução de problemas, raciocínio matemático e comunicação matemática”, observa a docente. 

Fonte: educare.pt

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Cabazes de Natal | OBRIGADO

Muito obrigado a todos os que contribuíram para a recolha de bens alimentares que a APais levou a cabo de 1 a 5 de dezembro e que foram entregues, em nome dos alunos da nossa escola, às famílias mais carenciadas de Nevogilde.

Este pequeno contributo fez a diferença na vida de várias famílias!

Uma vez mais, muito obrigado!



A lista de bens alimentares oferecidos pode ser consultada aqui.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Descentralização da educação: como se fez lá fora


Um dia depois de o Conselho de Ministros ter aprovado a delegação de competências na educação para os municípios, o OBSERVADOR olhou para os processos de descentralização da educação em 3 países europeus.
Leia aqui o artigo na íntegra.